rv8906_articolo“É meu desejo sincero de que o povo cristão reflita durante o Jubileu sobre as obras de misericórdia corporais e espirituais. Será um modo para despertar a nossa consciência, muitas vezes adormecida diante do drama da pobreza e para entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina”. Papa Francisco.

Papa Francisco, com estas palavras na Bula de Proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, e mais do que nunca, com suas atitudes, incentivou e motivou o mundo todo a exercitar, na prática, as obras de misericórdia, durante todo o Ano Santo que se encerra no próximo domingo, 20.

“A misericórdia, por sua vez, é a expressão do amor gratuito de Deus pela humanidade. Não há mérito por parte dos homens. Deus simplesmente os ama. Seu amor misericordioso salva e restaura o ser humano. A Igreja tem a missão de tornar presente, por sua ação, a misericórdia de Deus no mundo. Um modo de cumprir este mandato é o exercício das obras de misericórdia”, lembrou o Arcebispo, Dom Wilson Tadeu Jönck, scj.

As obras de misericórdia podem e devem ser exercitadas a vida toda, a exemplo do grande Mestre, Jesus Cristo.

As obras de misericórdias corporais

1) dar de comer a quem tem fome

2) dar de beber a quem tem sede

3) vestir os nus

4) dar pousada aos peregrinos

5) visitar os
enfermos

6) visitar os encarcerados

7) sepultar os mortos.

As obras de misericórdia espirituais

1) dar bom conselho

2) ensinar os ignorantes

3) corrigir os que erram

4) consolar os aitos

5) perdoar as injúrias

6) sofrer com paciência as injustiças

7) rezar pelos vivos e pelos mortos.

“Que o Ano Santo da Misericórdia seja um estímulo para intensicar estas obras”, motiva o Arcebispo Dom Wilson.

Encerramento do Ano da Misericórdia será no dia 20 de novembro, no Estádio Orlando Scarpelli

Orientações importantes para o Encerramento do Ano Santo no dia 20

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