Três eventos se destacam na caminhada da Igreja diocesana nos meses de julho e agosto: a Jornada da Juventude, a Assembleia de Pastoral e a visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora Aparecida.

A Jornada Mundial da Juventude (JMJ) aconteceu em Cracóvia, na Polônia, entre os dias 26 e 31 de julho. Aproximadamente 60 jovens da Arquidiocese se fizeram presentes. Alguns detalhes intensificaram o significado desta JMJ. O primeiro é que acontece no Ano da Misericórdia. O Papa escolheu como tema “Bem-aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia”. Outro aspecto significativo: Cracóvia é a terra de São João Paulo II e de Santa Faustina. São João Paulo II deu início às Jornadas Mundiais da Juventude. Santa Faustina, por sua vez, foi a responsável pelo início da devoção à Divina Misericórdia.

A Assembleia Arquidiocesana de Pastoral aconteceu no dia 23 de julho. Na verdade, era a terceira etapa do processo de avaliação do Plano de Pastoral da Arquidiocese. Já tinha acontecido uma etapa nas paróquias e outra nas foranias. O ponto alto foram as sugestões que a Assembleia apresentou para a caminhada nos próximos anos. Conclamamos a todas as paróquias, comunidades, grupos e movimentos a retomarem este material para que possam impulsionar a caminhada de toda a Arquidiocese.

A visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora Aparecida teve seu início no dia 31 de julho com a chegada da imagem e celebração na Catedral. Durante o mês de agosto estará percorrendo todas as foranias. O encerramento ocorrerá no dia 28 de agosto, no Santuário de Santa Paulina, em Nova Trento. Podemos destacar dois aspectos. O primeiro é que estaremos unidos à Igreja do Brasil que celebra os 300 anos da aparição da imagem no rio Paraíba, em São Paulo. O Santuário de Aparecida promove uma intensa programação para celebrar durante todo o ano de 2017. Em segundo lugar, temos a grande oportunidade de acolher a imagem e prestar culto a Nossa Senhora, mãe de Jesus. Ela é a padroeira do Brasil. É nossa mãe e modelo, e nos ensina como servir a Jesus.

Por: Dom Wilson Tadeu Jönck, Arcebispo de Florianópolis

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