Lectio (leitura) – 1Cor 15,20-27ª

Irmãos: Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram. Com efeito, por um homem veio a morte e é também por um homem que vem a ressurreição dos mortos. Como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos reviverão. Porém, cada qual segundo uma ordem determinada: Em primeiro lugar, Cristo, como primícias; depois, os que pertencem a Cristo, por ocasião de sua vinda. A seguir, será o fim, quando ele entregar a realeza a Deus-Pai, depois de destruir todo principado e todo poder e força. Pois é preciso que ele reine até que todos os seus inimigos estejam debaixo de seus pés. O último inimigo a ser destruído é a morte. Com efeito, “Deus pôs tudo debaixo de seus pés”.

Meditatio (meditação)

Jesus associou a si a sua Mãe, Maria, agora elevando-a ao céu. Por sua íntima união com o Filho, Maria já participa da plena glória à qual todos nós somos chamados. Entre “os que pertencem a Cristo”, Maria fulgura como primeira, por seu modo único de participar do mistério da salvação. Mãe e discípula perfeita de Jesus, elevada aos céus, Maria nos abre uma janela do que significa em nós o mistério da ressurreição, pois celebrar a sua Assunção é celebrar a Páscoa de Jesus em sua mãe.

Oratio (oração) – Rezar a música

Pela vossa ressurreição, Senhor, veio-nos a vida. Em vós todos nós revivemos, passamos do pecado e da morte para a plenitude da graça. Seguindo vossos ensinamentos, alegramo-nos também com Maria, vossa Mãe, assunta aos céus. Ela participou de modo admirável do mistério da nossa salvação. Também nós queremos seguir vossos passos, para participarmos, convosco e com Maria, da glória da ressurreição.

Contemplatio (contemplação)

Tomo consciência da minha pertença a Cristo. Em Maria, contemplo a glória de Deus, para a qual também eu me dirijo, na fé.

Missio (missão)

“Grandes coisas fez em mim o Todo-poderoso”, diz Maria. A assunção dela aos céus coroa estas grandes coisas nela realizadas. Assumo o compromisso de contemplar na minha vida as grandes obras que Deus fez e faz.

Artigo publicado na edição de agosto de 2019 do Jornal da Arquidiocese, página 08

Por Pe. Paulo Stippe Schmitt

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