A edição 267 do Jornal da Arquidiocese está disponível para os leitores somente pela internet. A medida foi tomada para prevenção à disseminação do coronavírus.

Os fiéis da Arquidiocese de Florianópolis ainda estão vivendo sob as incertezas causadas pela pandemia do COVID-19. Um dos maiores desafios certamente é o isolamento social, que é recomendado pelas autoridades sanitárias como forma de prevenção. Para muitos este período não tem sido fácil, pois trata-se de um imposição que mudou complemente a rotina de trabalho, estudos, viagens.

Contudo existem homens e mulheres que escolhem, por amor a Deus, viver uma vida em reclusão, longe do mundo, são chamados a viver a vocação monástica. As pessoas que sentem o chamado a está vocação deixam tudo para trás e se entregam totalmente a Deus vivendo em clausura.

“Ele não foge do mundo, nem o odeia, mas dele se afasta. Renuncia a si mesmo e aos bens que poderia obter para si no mundo, para seguir a Cristo no deserto, lugar de sofrimentos e tentações, mas também de autenticidade e encontro. Assim, colocando-se a certa distância da sociedade, livre de suas convenções e imperativos, entrega-se totalmente ao Cristo” explica Dom Cristiano Collart, OSB, fundador do Mosteiro da Transfiguração. Nesta edição de maio apresentaremos um pouco mais sobre a vocação da vida em clausura e o testemunho de uma religiosa que reside em nossa Arquidiocese. Boa leitura!

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