(Criada a 12 de agosto de 1833)

CNPJ 83.932.343/0022-46

Endereço    Praça Gov. Irineu Bornhausen, s/n Centro

88303-026 Itajaí – SC

Fone    (47) 3348-1254

Fax    (47) 3348-5431/3248-8035

E-mail    [email protected]

Site    paroquiadamatriz.com.br

Facebook    Paróquia Santíssimo Sacramento Itajaí

Expediente    de segunda a sexta, das 8h às 11h30 e das 13h30 às 18h

Secretárias    Greice Regina Damásio

Luzia Wloch

Priscila Maria Silveira Guimarães

Pároco    Pe. Sérgio José de Souza

Auxiliar    Pe. Márcio Bolda da Silva

Diáconos    Eliomar Vitti

Fábio Soares Rocha

João Gonçalves

Julio Kumm Filho

Victor Cadore

Comunidades

Padroeiro(a)                                                                                                    Localidade                           Criação

 1    Matriz: Santíssimo Sacramento                                                 Centro                                    1833

 2    Nossa Senhora da Conceição                                                       Centro                                   1824

3    Nossa Senhora da Paz                                                                      Vila Operária                      1932

HISTORICO

Criada em 12 de Agosto de 1833 (182 anos)

Foi a 31 de março de 1824 que foi criado o Curato, elevado à Categoria de Paróquia a 12 de agosto de 1833. Como Padroeiros Paroquiais, desde as origens, temos dois: Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Conceição, considerados também Padroeiros de Itajaí. Como forma de cultivo comunitário-paroquial, além da Celebração de Quinta-feira Santa e “Corpus Christi”, e “Imaculada Conceição”, assumimos Solene Adoração todos os primeiros domingos do mês e quintas-feiras e, para com Nossa Senhora, uma Santa Missa todos os dias 8. Estas celebrações contarão com a máxime participação de todos, especialmente das lideranças de todos os Setores de Pastoral, Ministérios e Serviços, Associações e Movimentos…, assumindo verdadeira prioridade, de modo a não poder ser substituídas, no âmbito paroquial, por nenhum outro evento, a menos que seja criteriosamente autorizado pelo Conselho de Pastoral.

Onde nos situamos?
Itajaí desenvolveu-se em torno à fé cristã católica, centrada em dois patronos: Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Conceição. Nossa primeira Igreja Matriz, concluída em 1823, elevada à categoria de sede de Curato a 31 de março de 1824 e de matriz e sede paroquial a 12 de agosto de 1833, foi o primeiro templo construído às margens do Itajaí-Açú. Na verdade, a primeira Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento e de Nossa Senhora da Conceição, hoje, informal e carinhosamente – embora incorretamente! -, chamada “Igreja da Imaculada Conceição”, testemunha a fé de nossos antepassados, cujos valores cristãos serviram e servem de alicerce seguro para nossa querida cidade e região de Itajaí. Neste sentido, esta insigne Igreja brilha como um sinal eloqüente e referencial para todos, de modo a ter sido escolhida para acolher as peregrinações do Grande Jubileu do bismilésimo aniversário da Encarnação do Verbo de Deus.

Por ocasião do Jubileu de Prata da Nova Matriz, assim escreveu Pe. José Artulino Besen, a respeito da composição de Itajaí:

“Nascido no planalto catarinense, percorrendo duas centenas de quilômetros, ao longo dos quais recebe as águas de muitos afluentes, desemboca o rio Itajaí-Açú no Oceano Atlântico. O município de Itajaí se localiza à sua foz. Em tempos que já se foram, às suas margens, viçosas florestas que fizeram seu progresso: cedro, canela, peroba, guaruba, ariribá. Três elementos davam cor à paisagem: a luxuriante vegetação, o sol esplêndido, as águas tranqüilas do rio. Seu nome sofreu várias grafias, até chegar à atual, em fins do século XVIII: ‘Taa-hy’, ‘Tajay’, ‘Tajahug’, ‘Tayabeuy’, ‘Itajahy’. Alguma vez a expressão tupi-guarani foi traduzida como ‘rio das pedras’, o correto, porém, sendo ‘rio dos taiás’.

Os primeiros homens brancos que visitaram a região do Itajaí foram os ‘faiscadores’ de ouro, atraídos por histórias fantásticas das riquezas que por aqui se encontrariam… Assim, João Dias de Arzão, o primeiro morador das margens do Itajaí (fixado do lado de Navegantes, em 1624), recorreu ao Capitão-mor da Capitania, em 1658, solicitando uma sesmaria, para dedicar-se à exploração do ouro. Logo se retirou, sem as esperadas fortunas… Atraídos pelas mesmas histórias, mas depois fascinados pela fertilidade do solo e fartura da pesca, outros aqui requereram terras, e ficaram, iniciando o povoamento.

Anos depois, juntou-se mais gente: vinham do Desterro, de São Miguel, de Porto Belo, de Armação de Itapocorói, de São Francisco do Sul, de Paranaguá. Foram tantos que, no começo do século pregresso, todas as imediações às margens do rio estavam ocupadas. Plantava-se mandioca, aipim, milho, feijão, cana, batata-doce, arroz; além do algodoeiro, pois com o algodão se fiavam em casa os panos para a vestimenta diária. Pescava-se guaivira, bagre, tainha, robalo. Construíam-se e reparavam-se embarcações: havia boa mão-de-obra e boa madeira, apropriada para a construção naval. Havia o perigo dos antigos e legítimos proprietários das terras: os índios. Eram os botocudos, do grupo Tapuia, hoje conhecidos por Kaigangues – ferozes defensores de suas terras. Os carijós, dóceis, de fácil apresamento, estavam praticamente exterminados. Os ataques não eram tantos, mas a expectativa deixava os moradores continuamente preocupados e armados. Com o tempo criou-se uma espécie de companhia policial, para a proteção da população. Dos índios, hoje, apenas lembranças toponímicas: ‘Cannhanduba’, ‘Itaipava’, ‘Ariribá’, ‘Guaraponga’, e o nome – ‘ITAJAÍ’” (Besen, Pe. José Artulino – Primódios de Itajaí – in “A Matriz de Todos Nós”, 1980, p. 9)

Com uma área de 304 km²  (rural: 226 km²,  urbana: 78 km²), Itajaí conta hoje com uma população em torno de 140 mil habitantes. Dista de Florianópolis (capital) 94 km, concentra em um raio de 100 quilômetros 2,5 milhões de pessoas (metade da população catarinense), e limita-se ao Norte com Navegantes; ao Sul, Camboriú e Balneário Camboriú; ao Oeste, Ilhota, Brusque e Gaspar e, ao Leste, com o Oceano Atlântico. Cortado pela BR-101, rodovia que liga o Brasil aos demais países do Mercosul, no município localiza-se o principal entroncamento rodoviário do Estado, onde “deságuam” a BR-470, que percorre o Estado desde a região Oeste até o Litoral, e a SC-486, que conecta o município de Brusque ao Vale do Itajaí-mirim. A área urbana está ligada a duas cidades vizinhas: na margem esquerda do rio fica Navegantes, onde está instalado o aeroporto; e a apenas seis quilômetros ao Sul está Balneário Camboriú, um dos mais freqüentados pólos turísticos do Brasil.  Nossa Paróquia situa-se inteiramente no centro urbano do município.

Aliás, é no centro urbano de Itajaí que se situam as grandes referências de Itajaí: o Porto, a Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI -, inúmeros outros centros educacionais, destacando-se dois renomados colégios católicos: Colégio São José, sob a direção das Irmãzinhas da Imaculada Conceição e Colégio Salesiano, dirigido pela Congregação Salesiana.

A Economia baseia-se na pesca, exploração de petróleo, atividades portuárias, comércio e prestação de serviços.