O dia 15 de outubro é dedicado àqueles que ensinam

professores_img_slider_principal“Para aprender conteúdos basta o computador, mas para compreender como se ama, para entender quais são os valores e que costumes criam harmonia na sociedade é preciso um bom professor”, afirma Papa Francisco.

No sábado, dia 15, comemora-se uma das profissões mais sublimes, o professor. Não é qualquer pessoa que pode ser professor. Além de enfrentar a falta de estrutura digna para o exercício da profissão e baixa remuneração, estudar muito, o profissional precisar ter o dom de falar e cativar os estudantes.

A decisão de ensinar não se dá por causa da remuneração e por imaginar um trabalho calmo. Essa escolha é feita por um motivo maior, o amor por educar. Seu maior salário é saber que graças a seu trabalho, a criança, o adolescente ou o jovem será “alguém” neste mundo, tantas vezes cruel.

O educador precisa ter muita força para aguentar todas as pressões e dificuldades que enfrenta no decorrer de sua carreira. Tem a grande responsabilidade de formar o ser humano, além de cuidar de sua própria vida.

Já se sabe que o professor de escola pública não pode opinar sobre qualquer religião. Mas então qual é o segredo do educador católico para lecionar aos alunos crenças cristãs? A professora de Educação Infantil, Caroline Heil Mafra, de um colégio particular de São José, diz: “Ensino às crianças todos os valores de um cristão, sem mencionar a religião. Ensino o amor com os amigos, os professores e com todos os profissionais que trabalham na escola”.

O professor de Introdução ao Direito e Direito Constitucional, Cassiano Reichert Cordoni, da Faculdade Católica de Santa Catarina (FACASC), conta que nas suas aulas, consegue unir o valor católico às matérias que leciona. “O cristão deve defender e lutar pelo que é justo. Em nossa disciplina, precisamos entender que o que diz a lei muitas vezes não é o justo. O direito rege as relações humanas, com leis e normas redigidas por humanos. Dentro do direito, devemos nortear nossa vida como cristãos”.

Matéria publicada no Jornal da Arquidiocese, edição de outubro de 2016, página 10.

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