Alguns agentes de pastoral da Arquidiocese reunidos

Desde o ano de 2013, a Arquidiocese de Florianópolis, através da Pastoral do Povo de Rua, desenvolve um trabalho voltado aos moradores de rua em diversas cidades de Santa Catarina. Ela tem atuado como um verdadeiro abraço de esperança àqueles que tiveram seus vínculos familiares comprometidos.

Para a pedagoga Evania Cunha de Medeiros, de Biguaçu, coordenadora arquidiocesana, o trabalho da pastoral a alegra muito. Era um desejo que tinha de trabalhar com o povo da rua. As palavras do Papa Francisco confirmam que ela está no caminho certo, quando fala da Igreja em saída, que sai em busca de quem ficou pelo caminho. “Ali acolhemos, rezamos juntos e fazemos amigos”, afirma.

“Somos evangelizados a cada encontro com o Cristo no rosto nos pobres. Eles nos ensinam a partilha fraterna e a simplicidade da vida”, comenta Caê Martins, vereador de São José, que há oito meses promove a Pastoral de Rua aos domingos à noite, na Paróquia do Centro Histórico de São José. Ele diz que ir ao encontro das pessoas em situação de rua foi a forma que encontrou de cultivar relações e buscar transformar suas vidas.

Preparação de marmitas

Marcelo Alexandre da Gama, 41 anos, natural de Florianópolis, separado, pai de dois filhos, há dez anos vive nas ruas da capital. Conta que por causa das drogas foi parar nas ruas. Relata que o trabalho dessa pastoral é muito importante. “É um socorro diante das necessidades que passo”, diz.

De acordo com Martins, o desafio é “transpor a realidade, mostrar para a sociedade que somos co-responsáveis pela realidade da vida, não julgar e acolher”.

Saiba mais e seja um voluntário da Pastoral de Rua! Envie e-mail para: [email protected]

 

Por José Allison Santos
Assessor de Comunicação da ASA

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