Coordenador da Pastoral do Migrante de Santa Catarina, Pe. Marcos Mário Bubniak, cs, está familiarizado com histórias como a de Bela, José e Darling. “Neste período de Natal logicamente se recorda muito da família, e muitos desses imigrantes estão longe dos seus familiares. Essa desagregação familiar requer uma atenção diferente de nós, a atenção humana. É preciso escutar e acolher para gerar um ambiente de integração”, descreve.
A pastoral atua na Arquidiocese de Florianópolis há mais de dez anos e realiza serviços de integração entre os imigrantes e a cultura local. Atualmente a pastoral concentra suas atividades na Igreja Matriz da Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus, na Prainha, em Florianópolis. São oferecidos cursos de português para estrangeiros, aulas de violão, entre outras atividades.

Outras paróquias da Arquidiocese também realizam trabalhos de acolhida e capacitação de imigrantes. Um exemplo é a Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem, no bairro Saco dos Limões, que identificou as famílias venezuelanas da região e fez um cadastro para poder ajudá-las. Lá os que desejam podem receber os sacramentos e encontrar ajuda para obter trabalho. As ações realizadas por essas paróquias são invisíveis aos olhos humanos, mas visíveis aos olhos de Deus, segundo Pe. Marcos.
Como foi feito no ano passado, a pastoral irá realizar neste Natal uma confraternização com os voluntários da pastoral e as famílias que participam das atividades. “Será algo simples, mas feito com muito carinho para que essas famílias se sintam acolhidas em nosso meio”, finaliza.

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