Todos sabem o quanto a vida é banalizada e ameaçada em nossa sociedade. Perde-se a vida por uma discussão fútil; latrocínios, onde ela é tirada por conta de um celular ou de um par de tênis; o “feminicídio”, onde mulheres são violentadas psíquica e fisicamente. Os jovens em todo o vigor, ceifados pelo consumo de drogas e álcool. A morte prematura de crianças e daqueles que dão os primeiros sinais de existência, os embriões, considerados “incômodo”. Esses provam a morte antes mesmo de provar a alegria de ver o mundo, provam o abandono e o desprezo antes mesmo da acolhida e afeto.

A cultura da “força”, da “imagem saudável”, da “estética perfeita”, cria seus marginalizados: crianças, idosos, mulheres, enfermos, pobres, indígenas, e tantos outros. O crescimento da “cultura de morte” (São João Paulo II, Evangelium Vitae, 60), dissemina, em nome do lucro, do status, e até de outros direitos, a morte como solução de problemas.

Jesus promoveu a cultura da vida: curou, libertou e acolheu pobres, enfermos e marginalizados para revelar a dignidade de toda pessoa: “Eu vim para que todos tenham vida, e vida em abundância” (Jo 10,10). A Igreja tem reiteradamente se posicionado em favor da vida em todas as suas fases, da “concepção” até o seu “fim natural”.

Institui em 2005 a “Semana Nacional da Vida” (01 a 07/10), e o “Dia do Nascituro” (08/10), para conscientizar católicos e sociedade da importância de defender a vida, dom de Deus, direito fundamental e inalienável do ser humano.

Para marcar essa data, a Arquidiocese estará reunida no dia 06 de outubro, às 15h, na Igreja dos Sagrados Corações, de Barreiros, em São José, para uma Missa em favor da vida, presidida pelo Arcebispo.

Todas as pastorais de crianças, jovens, casais, idosos, famílias estão convidados para participar! Todos são sujeitos na construção da cultura da vida.

Por Pe. Gilson Meurer
Assessor eclesiástico da Comissão
Arquidiocesana para a Vida e Família

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