DSCN8516A Catedral Metropolitana de Florianópolis estava repleta de amigos, fiéis e admiradores do Padre Pedro Martendal e de Dom Augustinho Petry. Na tarde deste sábado, 04, os dois completaram 50 anos de ordenação sacerdotal, em uma data marcada pela gratidão e o louvor a Deus.

A Celebração Eucarística em ação de graças teve início às 15h. Diversos padres e diáconos concelebraram ao lado do Arcebispo de Florianópolis, Dom Wilson Tadeu Jönck. Dom Salm, da Diocese de Tubarão, Dom Onécimo, de Rio do Sul, e o Bispo Emérito, Dom Vito, também estiveram presentes.

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“Dom Augustinho é um homem de poucas palavras, mas de aguda atenção e que quando fala tudo se aproveita. Ele observa coisas que os outros não observam e soube perceber o Cristo que sofreu, nas pessoas abandonadas”, enfatizou Dom Wilson.

Sobre o Pe. Pedro, lembro que ele “é um homem de oração, tem gosto pela espiritualidade; é também o homem da caridade. Assim como Dom Augustinho é de poucas palavras, mas de ouvidos bem abertos”. “Fez do confessionário o lugar onde muitas pessoas encontram a paz no perdão de Deus”, sublinhou.

“A nossa família olha esse momento com muita alegria; sempre acompanhei a caminhada dele, o que nos trouxe muitos ensinamentos”, ressaltou Antonio Martendal, irmão do Pe. Pedro.

Durante o ofertório aconteceu a entrada do pão e do vinho; do óleo do Crisma, usado para ungir as mãos do sacerdote no dia da ordenação; da estola, sinal do serviço ao povo de Deus; a Liturgia das Horas e livro da Mística do Movimento Pólen, fundado pelo Padre Pedro há mais de 40 anos.

jub_ouro (52)Ainda na Celebração, representantes do Movimento Pólen leram a carta vinda do Vaticano com os cumprimentos ao Pe. Pedro Martendal, que em seguida discursou. “Este jubileu é um evento que vem da eternidade do amor de Deus e não termina aqui. Continuamos nos apoiando na graça de Deus, assim como fez o apóstolo Paulo quando diz: ‘quando sou fraco é que sou forte’”. Por fim destacou: “louvo a Deus por seu olhar misericordioso com o qual acompanha o meu sacerdócio”.

O mesmo disse Dom Augustinho, parafraseando o Papa Francisco: “Louvo a Deus pelo sentimento de alegria que colocou no coração do povo e peço perdão pelo que me cabe”. Com bom humor também agradeceu a amizade com Pe. Pedro e enfatizou “quem encontrou um amigo, encontrou um tesouro. Eu encontrei este tesouro”.

Após a Missa, a comunidade participou da recepção no espaço ao lado da Capela do Divino Espírito Santo, centro da capital, onde tiveram outras homenagens aos jubilares.

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