Após quatro anos à frente da coordenação do Setor Juventude, ocupando a função de secretário executivo, deixo com sentimento de gratidão a missão até aqui desempenhada. Durante todo esse tempo, tivemos diversas oportunidades de formação, partilha, eventos de grande e pequeno porte, auxílio em diversas atividades arquidiocesanas, além de, claro, manter o espírito de unidade e comunhão entre as diversas expressões juvenis que participam ativamente do Setor Juventude.

A juventude é tratada por muitos como o futuro da Igreja, mas o Papa Francisco e os bispos nos ensinam e provam cada vez mais, que somos o presente, aqueles que fazem diferença e são fermento na massa.

Em nossa Arquidiocese, temos acompanhado o crescimento de diversos grupos e iniciativas evangelizadoras para os jovens. Em sintonia com as orientações da CNBB, buscamos cada vez mais incentivar o anúncio do Evangelho, e mostrar que a Igreja como um todo faz a opção preferencial pelos jovens.

Neste período de coordenação, vimos de perto os frutos, os anseios e as dores de nossa juventude, que busca mostrar ao mundo o verdadeiro amor de Deus. Esse impulso no anúncio foi ampliado a partir da JMJ Rio 2013, e com certeza marcará nosso caminho por muitos anos.

Seguiremos a partir de 2018 defendendo a necessidade de formação das lideranças, fortalecendo o Setor Juventude Arquidiocesano e as pastorais juvenis das foranias e paróquias, enquanto espaços de acompanhamento, e consolidando a assessoria aos grupos, pastorais, movimentos, novas comunidades, dentre outras expressões. Além disso devemos estar atentos às políticas públicas em defesa da juventude e aos cuidados com o planeta Terra, nossa casa comum.

Precisamos através de gestos concretos, combater a imaturidade que nos impossibilita de amar o próximo e consequentemente nos leva a não acompanhar o movimento do tempo. Esse movimento do tempo é que traz o sentimento de frustração e impotência a muitos de nossos jovens, afinal para cada momento há uma beleza e um desconforto.

Aproveito a oportunidade para agradecer a Deus, por todas as graças recebidas durante esse período de missão; à Igreja Arquidiocesana, nas pessoas de Dom Wilson, Pe. Revelino e Pe. Ewerton, que confiaram em mim e caminharam comigo nessa jornada; a todas as lideranças e jovens, aos quais manifesto meu desejo de que continuem firmes e contem comigo e minhas orações.

Por João Augusto de Farias

Artigo publicado na edição de dezembro de 2017, do Jornal da Arquidiocese, pág. 11.

 

Seu endereço de email não será publicado. Os campos marcados com * são obrigatórios

*