DSC_9891Como parte da programação do Ano Santo na Arquidiocese, na quinta-feira, 02, aconteceu o Jubileu da Misericórdia dos Presbíteros, no Santuário Nossa Senhora de Azambuja, em Brusque.

Participaram dois diáconos, padres, o Bispo Emérito – Dom Vito Schlickman e o Arcebispo, Dom Wilson Tadeu Jönck, scj. “Nesta semana do Coração de Jesus e de oração pela santificação dos sacerdotes, encontramos no coração de Cristo a razão de ser da nossa vocação”, assegurou o Arcebispo nas palavras de boas-vindas ao clero arquidiocesano.

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Pe. José Artulino Besen antes de iniciar a meditação para o clero, em Azambuja, Brusque

A programação iniciou com um café, seguida da meditação do Pe. José Artulino Besen, sobre “o amor escandaloso de Deus”. Segundo o sacerdote, “o Ano da Graça não é um período de regeneração delimitado pelo começo e pelo fim de um ano na cronologia da história, mas sim, é um Ano mergulhado no Hoje de Deus, no mistério da salvação decidido por Deus desde toda a eternidade, pois o plano da criação inclui o plano da salvação”. Padre José A. Besen prosseguiu ao explicar que “há imensa dignidade em cada um de nós, sem nenhum merecimento: somos o centro aonde converge o amor divino e recebemos o dom inestimável de poder amar, de sermos divinos pelo ato de amar”.

Galeria de fotos do Jubileu 

Para o coordenador do Conselho Missionário Diocesano (COMIDI), Pe. Josemar Silva, o Jubileu dos Presbíteros é “um momento forte de reflexão, de aprofundamento do Ano da Misericórdia, percebendo o amor de Deus por nós, verdadeiramente, um amor escandaloso”.

Na capela do Seminário de Azambuja, os padres participaram da Celebração Penitencial, conduzida pelo coordenador da Pastoral Presbiteral, Pe. Vilson Groh. Na ocasião, eles fizeram um exame de consciência a partir das obras de misericórdia corporais e espirituais, além de participarem da confissão. “O confessionário não é uma câmara de tortura, mas lugar de misericórdia. Como gesto concreto entre nós presbíteros, a gente poderia se dar uma olhada, dar um abraço”, orientou Pe. Vilson.

Os padres rezaram o terço na subida do Morro do Rosário e antes da Celebração Eucarística, passaram pela Porta Santa do Santuário. “Que possamos passar pela Porta Santa na intenção de uma conversão pastoral e pessoal”, mencionou o Arcebispo.DSC_9918

Na homilia, Dom Wilson ressaltou que se deve “viver na certeza de que Deus nos ama, afetuosamente, e nos quer bem. A nossa postura, como pastores, como padres, é a postura da mãe pelo filho. Não importa se o filho erra, ela sempre acolhe. Como sacerdotes, devemos ter este amor”. O Arcebispo continuou ao afirmar que “o amor da mãe pelo filho é um mistério e tem uma influência no mundo todo. O importante é que o amor existe. Que neste dia da nossa peregrinação possamos refletir no nosso modo de ser sacerdotes, de ser instrumentos do amor de Deus”.

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Texto na íntegra do Pe. José Artulino Besen – O amor escandaloso de Deus

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