Vivemos em um mundo contraditório com dimensões tão belas, mas infelizmente marcado pela ditadura do relativismo, do esteticismo, da homoerótica, do poder filiarcal, do consumismo e do individualismo.

É nessa conjuntura da sociedade brasileira que os leigos são chamados a ser sinal do Batismo pela defesa da vida, pela comunhão entre as pessoas, pela conservação ecológica, pelo testemunho do amor Trinitário, pela sadia comunicação, pelo grito do Evangelho.

A Igreja se alegra com a participação política dos cristãos nas entidades comunitárias, nas associações e conselhos regionais profissionais, nos partidos políticos com forte preocupação social, nas políticas públicas zelando pelos valores evangélicos, sobretudo pela defesa dos pobres e excluídos.

No processo eleitoral, os leigos são chamados a priorizar os programas políticos que privilegiem as necessidades básicas do povo tais como: educação e saúde; segurança pública e alimentação; emprego e previdência social; transporte público e distribuição de renda.

A omissão não tem lugar no coração dos cristãos! Os omissos nunca têm razão. A defesa da vida e dos valores éticos é essencial num país marcado pela corrupção. A defesa da família é estratégica em um país em que se trama contra o casamento e a sacralidade da família cristã e da vida.

Lembremos, leigos, que a cabeça pensa a partir da realidade. Bíblia na mão e pé no chão são fundamentais para que, com coragem e indignação, possamos exercer nossa missão sacerdotal, pastoral e profética. Não tenhamos vergonha de defender os valores cristãos e os mais pobres do tecido social! Inspiremo-nos na Palavra de Deus e façamos da oração um antídoto à alienação diante dos clamores do povo de Deus! Que a Eucaristia seja alimento para a nossa missão!

Por Pe. Vilmar A. Vicente
Professor da FACASC

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