Foto: Giovanna Dutra Meyer

Unidos no Provincialado da Divina Providência, no centro da capital, 38 candidatos ao diaconato permanente da 17ª Turma da Escola Diaconal São Francisco de Assis se reúnem desde sexta-feira, dia 19 de fevereiro, para a 4ª fase de sua formação. A maior parte do grupo é da Arquidiocese de Florianópolis, com 19 homens, composto também por candidatos das dioceses de Rio do Sul e Joinville. A formação vai até sexta-feira, dia 26.

A escola, que pertence à Arquidiocese de Florianópolis, oferece quatro anos de formação, com um total de 12 etapas, três por ano. “É muito importante formar essa convivência entre eles. Isso é feito através das missas, orações e refeições diárias. Os candidatos não têm somente uma formação intelectual, mas uma formação humana, psicológica e espiritual”, explica o assessor eclesiástico dos diáconos da Arquidiocese, Pe. Valter Goedert.

A Arquidiocese de Florianópolis tem 137 diáconos ativos, 12 deles estão afastados por questões de idade ou para tratamento de saúde. O diácono mais velho, com 90 anos, é o Diácono Victor Cadore, da Paróquia Santíssimo Sacramento, de Itajaí. O diácono com mais tempo de ordenação se chama Nicolau Costa de Carvalho, de 88 anos, ordenado há 48 anos, em 19 de novembro de 1972. O mais jovem e também com a ordenação mais recente é o Diácono Ricardo Marques, com 40 anos de idade , ordenado em 7 de setembro de 2019.

Para ser ordenado diácono, o candidato deve ser indicado pelo pároco, depois de uma consulta ao Conselho Pastoral da Comunidade (CPC) e à esposa e filhos do candidato. Em seguida, a paróquia encaminha a candidatura para a escola diaconal.

O diácono permanente é diferente do diácono transitório. O transitório exerce o diaconato por um tempo, porque o objetivo é o presbiterado.

A próxima atividade da Escola acontece no dia 19 de março, com a 16ª Turma se reunindo para a sua 10ª etapa de formação.

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