O Centro de Evangelização Angelino Rosa (CEAR), em Governador Celso Ramos, será o local da Missa de ordenação dos 13 futuros diáconos da Arquidiocese, no dia 20 de junho. Presidida pelo Arcebispo Dom Wilson Tadeu Jönck, scj, a celebração, com início às 15h, acolhe os candidatos ao diaconato permanente que concluíram a 15ª turma da Escola Diaconal São Francisco de Assis, no dia 24 de janeiro.

Neste ano, o Brasil comemora os 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II e também o jubileu de ouro da restauração do diaconato permanente. São mais de 3.400 diáconos presentes atuantes em 160 dioceses brasileiras.

Nos primeiros séculos da Igreja, este ministério foi restaurado pelo Concílio Vaticano II como “grau próprio e permanente da hierarquia” (LG, n. 29; cf. Doc. CNBB 96, n. 4).

O orientador do diaconato permanente, Pe. Valter Goedert, explica que o diácono suscita no povo de Deus a correspondente vocação ao serviço. “O diácono é o animador, por excelência, do serviço na comunidade eclesial”, destacou. A ordenação é para o serviço da Palavra, da caridade e da liturgia. Exerce a missão na comunidade eclesial e vive com a família – a maioria dos diáconos têm esposa e filhos. “A esposa e os filhos, com abnegação, entendem as ausências do lar que o serviço à Igreja e ao mundo exigem, pois são a essência do ministério diaconal”, lembrou o secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner.

Na Arquidiocese de Florianópolis, dos 136 diáconos permanentes, a maior parte concluiu o Ensino Médio e tem entre 61 e 70 anos. Ao todo, desde o início, há 44 anos, 328 candidatos passaram pela Escola Diaconal, dos quais, 210 foram ordenados diáconos.

 

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