A cidade de Itajaí vive um momento único neste ano. As paróquias Nossa Senhora de Lourdes, São Cristóvão, São João Batista e São João Bosco celebram 50 anos de fundação.

No dia 17 de março, às 18h, as quatro comunidades celebrarão juntas a Missa de Ação de Graças, presidida pelo Arcebispo, Dom Wilson Tadeu Jönck, no Complexo da Marejada, em Itajaí. Após a celebração, será realizado o show do cantor católico Thiago Brado.

Dedicação à comunidade

Fabrício de Oliveira Pitella

O município crescia e tinha somente uma paróquia, a do Santíssimo Sacramento. Então, o Arcebispo de Florianópolis da época, Dom Afonso Niehues, resolveu criar, no ano de 1968, mais quatro paróquias na cidade. Uma delas era a Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, no bairro Fazenda, onde os moradores da comunidade haviam construído uma capela no loteamento Müller.

Foi fundada no dia 11 de fevereiro de 1968 e no início havia somente um galpão de madeira, que era a Igreja Matriz. O território da nova paróquia foi totalmente desmembrado da Paróquia do Santíssimo Sacramento e incluía, além da Fazenda, a Praia Brava e Cabeçudas, com a Capela Santa Terezinha do Menino Jesus.

A paróquia da Fazenda, como é carinhosamente chamada, recebe um número significativo de fiéis durante o ano. Muitos se dedicam diariamente à união e ao crescimento da comunidade. Por isso, eles se orgulham desta data tão especial. “Me alegra muito ver a minha paróquia completar 50 anos. Assim como eu, os irmãos consideram a paróquia uma segunda casa. Todos zelam e cuidam dela com muito amor”, explica o Ministro da Eucaristia Fabricio de Oliveira Pitella.

Falando em segunda casa…

Rubiane Daniela Sarturi

A auxiliar de departamento pessoal, Rubiane Daniela Sarturi, 30, conheceu a Paróquia São Cristóvão logo que chegou em Itajaí com os pais, aos nove anos. Desde criança, ela participa das atividades da comunidade. Atualmente coordena a comunicação da paróquia e diz que tem muito orgulho de fazer parte desta história. “Faço parte dessa paróquia que considero a minha segunda casa. São 50 anos de histórias sendo construídas. A minha história está sendo construída aqui também. Já são 21 anos que estou aqui”, conta Rubine.

Com 17 comunidades e duas comunidades de vida, a paróquia está localizada em grandes bairros de Itajaí: Cordeiros, Costa Cavalcanti, Salseiros, Espinheiros, Espinheirinhos, Murta e São Roque. A capela São Cristóvão foi elevada à paróquia no dia 18 de fevereiro de 1968, pelo então arcebispo Dom Afonso Niehues.

50 anos de evangelização

Em 1957 foi criada, no bairro São João, a capeEm 1957 foi criada, no bairro São João, a capela de São João Batista. A comunidade pertencia à Paróquia do Santíssimo Sacramento. No dia 25 de fevereiro de 1968, a capela passou a ser paróquia. Em 1990, a Paróquia São João Batista cedeu parte do território para a criação da Paróquia São Vicente de Paulo, no bairro São Vicente, em Itajaí.

Gian Lucas Zanatta

Durante 50 anos, a Paróquia de São João Batista faz um grande trabalho com as pastorais, movimentos e grupos. As pessoas estão sempre dispostas a engajar toda a comunidade em prol do Reino de Deus.

“Só tenho a agradecer a Deus pela graça de poder conviver com tantas pessoas, de diferentes grupos, com espiritualidade e engajamento com o Evangelho”, agradece o cerimoniário da Paróquia São João Batista, Gian Lucas Zanatta, 24.

 

Gratidão aos paroquianos

Localizada no bairro Dom Bosco, também em Itajaí, a Paróquia São João Bosco foi fundada no dia 03 de março de 1968. Hoje, conta com quatro comunidades: Nossa Senhora das Graças, São Judas Tadeu, Santa Teresinha do Menino Jesus e a Matriz São João Bosco. O atual pároco é o Pe. Enri Clemente Leigman.

Gabriel Mateus de Oliveira

Chamado de ser “Sal da Terra e Luz do Mundo”, o jovem Gabriel Mateus de Oliveira, 21, auxilia na Pastoral dos Coroinhas, na Liturgia e na Animação Missionária da paróquia. Ele agradece a todas as pessoas que construíram a história da comunidade, e conclui que “muitos deixaram diante do altar do Senhor sua dedicação, sonhos, amor à comunidade paroquial. São 50 anos de um povo que caminha, nas suas dificuldades e imperfeições, mas que também tem o coração aberto e sedento de se encontrar face a face com Deus”.

 

 

 

 

 

 

Matéria publicada na edição de março de 2018, do Jornal da Arquidiocese, pág. 12. 

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