Entre os dias 12 e 15 de outubro, a Paróquia Nossa Senhora da Salete, na Diocese de Criciúma, recebe o 10º Encontro Regional da Pastoral da Juventude (PJ). O evento visa comemorar os 35 anos da PJ em Santa Catarina. A data está em sintonia com o Ano Mariano, pois no dia 12 se comemoram os 300 anos da aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba.

A Arquidiocese conta com muitos jovens nesta pastoral. Muitos deles começaram no organismo já na adolescência. É o caso da estudante de ciências contábeis e coordenadora paroquial da PJ na Paróquia São Judas Tadeu, de Barreiros, São José, Laysa Maria Manes, 21, que foi convidada aos 15 anos, exatamente no dia da Crisma. “Logo em seguida tivemos a chamada ‘reunião zero’, onde todos os jovens interessados em participar estiveram presentes. Naquele dia conhecemos nosso assessor de caminhada, tivemos dinâmicas, músicas, conversas, ou seja, uma base de como funciona a Pastoral da Juventude”, conta Laysa.

A estudante de ciência contábeis também destaca que a Pastoral da Juventude foi essencial na formação pessoal, pois “desde cedo assumi responsabilidades e desafios. Isto me tornou capaz de enfrentar meus problemas no dia-a-dia de forma mais segura”.

Quem também começou a participar na adolescência da Pastoral da Juventude foi o estudante de educação física e participante da Paróquia São Judas Tadeu, também de Barreiros, Lucas Dalsenter, 20 anos. Ele conta que o primeiro contato com a pastoral foi aos 14 anos, quando ele e alguns amigos conversavam com o grupo de base da paróquia dele e foram convidados a participar. “A partir dessa reunião minha maior vontade era estar em um grupo da PJ, mas um dos pré-requisitos era o participante ter concluído a Crisma”, conta Lucas.

O estudante de educação física foi paciente, esperou ser crismado, e em 2012, junto com os amigos, formou o Grupo Glória. Lucas explica que sua caminhada no grupo foi de grande valia, pois construiu amizades, conheceu-se melhor e adquiriu uma visão diferenciada para alguns assuntos em que ele era mais “mente fechada”. Além disso, ele superou uma grande dificuldade: “venci minha timidez e meu medo de falar em público”, enaltece o jovem.

Matéria publicada no Jornal da Arquidiocese, na página 11, edição de outubro de 2017

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