18A igreja é viva e jovem!

Em menos de um ano, jovens católicos do mundo inteiro estarão reunidos na capital do Panamá, para a 34ª Jornada Mundial da Juventude (JMJ). O encontro será nos dias 22 a 27 de janeiro de 2019.

Desde o anúncio da sede da JMJ 2019, muitos jovens começaram a se organizar para marcarem presença no Panamá. Mas há pessoas que ainda estão com dúvidas se devem ou não ir. Por isso, o Jornal da Arquidiocese bateu um papo com dois jovens que estiveram na última JMJ.

Em 2016, 60 jovens da Arquidiocese foram para a JMJ de Cracóvia, na Polônia. Entre eles estava a estudante de agronomia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Maria de Fátima Saturnino, 18, que afirma que a experiência de ir ao encontro “foi algo maravilhoso e indescritível”. Ela conta também que foram muitos momentos vivenciados: “você se sente realmente irmão de todo o mundo e isso é incrível! Os shows, catequeses, risadas, o cansaço, danças, tudo em uma união linda, que transformava qualquer ambiente daquele país”.

Maria de Fátima e muitos outros jovens se esforçaram e trabalharam para levantar recursos com o objetivo de ir à Polônia. “Valeu a pena vender rifa, vender docinho na sinaleira, trufa na porta da igreja, para ter uma das maiores e mais apaixonantes experiências da minha vida”, conclui a estudante de agronomia.

Experiente em JMJ, o analista de suporte, Tiago Torresani, 26, participou das últimas três edições. Para ele, além de toda a programação do evento, a melhor experiência da JMJ “é a troca de contatos e saber que existe mais gente como você nesse mundo, que você realmente não está sozinho”. Ele salienta que o encontro “te leva a outro nível de intimidade com a Igreja”. A JMJ foi instituída por São João Paulo II em 1986. A primeira edição ocorreu na cidade de Roma.

Ainda está com dúvidas se deve ir à JMJ? Confira no site da Arquidiocese alguns pacotes de viagem para o maior evento jovem do mundo. Acesse: www.arquifln.org.br

Matéria publicada na edição de nº 243/março de 2018, do Jornal da Arquidiocese, pág. 11.

 

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