(Criada a 23 de março de 1853)

CNPJ 83.932.343/0017-89

Endereço:  Praça Santos Dumont, 94 Trindade

88036-680 Florianópolis – SC

Caixa Postal 5151/88040-970

Fone/Fax:  (48) 3025-6772

Secretárias:   Ana Bárbara Rodrigues

Ernestina Pires de Oliveira Boeira

E-mail    [email protected]

[email protected]

Site    www.paroquiadatrindade.com

Expediente    de segunda a sexta, das 8h às 20h

sábado, das 8h às 12h e das 13h às 16h

Confissões

Confissões na Matriz: de terça-feira à quinta-feira, das 09h às 11h e das 14h às 17h (na secretaria paroquial). Sexta-feira, das 09h às 11h e das 14h às 19h30 na Igreja.

 

 

Pároco    Pe. Frei Evandro Aparecido Souza, OFMCap

Pe. Frei Daniel Heinzen – Vigário Paroquial, OFMCap
Pe. Frei Carlos Gerber – Vigário Paroquial, OFMCap
Pe. Frei Carlos David – Atendimento Pastoral, OFMCap
Pe. Frei Silvio Ferro – Atendimento Pastoral, OFMCap
Pe. Padre Alberto Banhal – Vigário Paroquial, OFMCap

Comunidades

 Padroeiro(a)                                                                                          Localidade                                   Criação

1    Matriz: Santíssima Trindade                                               Trindade                                       1853

2    São Bento                                                                                       Itacorubi                                    1904

3    Puríssimo Coração de Maria                                              Jardim Anchieta                        1933

4    Santo Agostinho                                                                        Pantanal                                      1986

5    Nossa Senhora Aparecida                                                    Morro da Penitenciária            1987

6    São José                                                                                        Serrinha                                     2000

 7    Nossa Senhora de Guadalupe                                           Morro do Quilombo                2004             

 8    São Francisco de Assis                                                       Vila Guarani – Poção do C. Grande    2005

 9    Santa Mônica                                                                         Santa Mônica                                             2010

HISTORICO

Criada em 23 de Março de 1853 (162 anos)

A Comunidade da Santíssima Trindade, ou Santíssima Trindade de Trás do Morro, teve sua primeira igreja construída, pelo navegador Eduardo Moreira, sendo que sua primeira parte foi concluída em 1830.

Em 1838, segundo W. Piazza, A freguesia da Santíssima Trindade Atrás do Morro se desmembrou da freguesia de Nossa Senhora do Desterro.

Pela Lei Provincial 352, de 23 de março de 1853, foi criada a Paróquia da Santíssima Trindade de Trás do Morro. Seu primeiro Vigário, Pe. Francisco Luís do Livramento, foi nomeado por Provisão de 28 de outubro de 1854.

Sobre a construção da igreja matriz, encontra-se referência que se achava em construção já em 1854.

A Paróquia teve Vigário residente até 1896 quando foi anexada à Paróquia de Nossa Senhora do Desterro, permanecendo nesta condição até 1912.

Em março de 1909 a antiga igreja recebeu a imagem da Santíssima Trindade, obra do artista austríaco Fernando Demetz.

Em 1912 os Padres do Sagrado Coração de Jesus, que já estavam atendendo a Paróquia Nossa Senhora da Lapa, do Ribeirão da Ilha, transferem-se para a Santíssima Trindade, de onde prestam assistência a todo o Sul da Ilha.

Em 1917 é anexada à Paróquia da Santíssima Trindade a Paróquia Nossa Senhora da Lapa, do Ribeirão da Ilha, situação esta que perdurou até 1967, sob a orientação dos Padres Diocesanos.

Em 1922 com o falecimento do Côn. José Fabriciano Pereira Serpa, Vigário das Paróquias de Nossa Senhora das Necessidades de Santo Antônio de Lisboa e São João Batista do Rio Vermelho, também as Paróquias do Norte da Ilha (Nossa Senhora das Necessidades – Santo Antônio de Lisboa (criada em 1750), Nossa Senhora da Conceição – Lagoa (criada em 1750), São João Batista – Rio Vermelho (criada em 1831) e São Francisco de Paula – Canasvieiras (criada em 1833) são anexadas à Paróquia da Santíssima Trindade.

A partir de 1922 a Paróquia da Santíssima Trindade ficou responsável pelo atendimento espiritual de todo o interior da Ilha de Santa Catarina.

Em maio de 1962 assumem os trabalhos da Paróquia os Frades Menores Capuchinhos (Padres Capuchinhos), ficando responsáveis pelos trabalhos em todo o Norte da Ilha de Santa Catarina, até a criação da Paróquia de São Francisco Xavier – Saco Grande, em 1984.

Em 1972 passou a funcionar na Paróquia, primeiramente em imóvel de propriedade da Arquidiocese e, posteriormente, em imóvel próprio, o Instituto Teológico de Santa Catarina. O ITESC é mantido pela Fundação Dom Jaime de Barros Câmara, criada pelos Bispos do Estado de Santa Catarina, e é responsável pela Formação do Clero (Curso de Teologia) de todas as Dioceses do Estado. Aproveitando a estrutura existente e a boa formação oferecida pelo Instituto, os futuros Padres Capuchinhos passaram a cursar teologia também no ITESC.

Em 1977, após haver sido construída nova e ampla igreja matriz e casa paroquial e salão, a velha igrejinha, a casa paroquial, o salão e o império foram transferidos ao patrimonio da Universidade Federal de Santa Catarina.

O nicho que a imagem da Santíssima Trindade ocupa é valorizado por uma bela concepção de Hassis.

A Festa da Santíssima Trindade

Ainda não se tem com precisão a data do início dos festejos. Recente pesquisa nos dá conta que, já em 1857, “havia uma Festança, com Imperador do Divino, leilões, muito cavalo pastando no adro da igreja…”, como conta o jornal O Argos, de 21/07/1857, citado por O. Cabral. Com base nesse documento, o mais antigo conhecido, o ano de 2008 seria o da 151ª edição da Festa da Santíssima Trindade.

A festa foi sempre oportunidade de encontro de tradicionais famílias locais: uma espiritualidade forte sempre conferiu à festança a prioridade da confraternização.

Em data mais recente, a organização paroquial assumiu a responsabilidade sobre uma série de serviços sociais: mantendo a preocupação espiritual, transforma os ganhos materiais da festa em obras de comunhão e de amor cristão.